Proteção a Cabeça, Olhos, Face e Auditiva
Qual a validade do Capacete V-Gard MSA?
O que são capacetes classe A e classe B?
Qual a importância da higienização em Capacetes? Qual deve ser a periodicidade desta higienização?
Qual é a forma correta de leitura da data de fabricação dos Capacetes MSA?
Posso colocar algo entre a cabeça e a suspensão, entre o casco do capacete e a suspensão ou sobre o capacete?
Qual a vida útil dos Abafadores de Ruídos da MSA?
Quais os requisitos básicos que os Óculos de Proteção devem possuir no Brasil?
Após a certificação INMETRO do capacete, como fica a validade dos conjudados?
Instrumentos: Detectores de Gases
Com que freqüência o multigás Orion precisa ser calibrado?
Como posso monitorar cloro e amônia?
Qual a diferença entre equipamento à prova de explosão e equipamento intrinsecamente seguro?
O que é uma “área classificada”?
Gases Combustíveis: Por que medir também o oxigênio?”
Quando utilizar o ALTAIR e quando utilizar o ALTAIR PRO?
Como os detectores Multigás da MSA são calibrados?
Qual a vantagem do detector SIRIUS sobre um detector convencional de gases combustíveis com sensor catalítico?
O SIRIUS pode identificar qual é o gás que está sendo detectado?
O que significa o grau de proteção IP?
O que significa Limite Inferior de Explosividade?
Proteção Respiratória:
Onde está a gravação do C.A. no filtro/cartucho de máscaras e respiradores?
O que é o ar respirável grau “D”?
Caso eu conheça o contaminante porém desconheça a concentração, como posso selecionar um respirador?
Qual a vida útil dos respiradores isentos de manutenção?
Qual a função do HUD na Máscara FireHawk?
Como identificar se o ar gerado pelos compressores MSA está de acordo com os requisitos da norma ANSI Z86.1-1989/CGA G7.1 grau “D”?
Necessito utilizar uma unidade portátil para filtragem do ar na saída do compressor?
Por quanto tempo pode-se manter um cilindro de um sistema autônomo (SCBA) cheio, sem uso?
Como é medida a resistência respiratória de um respirador sem manutenção como o Affinity?
Onde posso encontrar o material sobre o cálculo do fator de proteção?
Pode-se utilizar o capuz de fuga S-Cap em situações como vazamento de gases/vapores tóxico, como Amônia, H2S, ou Cl2?
Qual a vida útil da S-Cap?
Como posso identificar a gravação do S-Cap?
Por que no Optim Air 3000 não existe a peça para checagem da vazão?
Qual a vantagem do Compressor de Média Pressão da MSA com relação aos comumente encontrados no mercado?
Como posso identificar a gravação do C.A. no Capuz de Fuga S-Cap?
Qual a validade do Capacete V-Gard MSA?
Os capacetes de segurança devem atender a norma NBR- 8221:2003.
O tempo de vida útil é indefinido, já que está diretamente relacionado com:
- A influência do calor;
- A influência do frio;
- A solicitação mecânica;
- As influências químicas.
O tempo de uso recomendado pela MSA do Brasil é de até 05 anos para casco e 01 ano para suspensão e jugular, desde que seguidas todas as advertências e instruções de inspeção contidas na embalagem do produto.
Este é um período com uma certa margem de segurança, onde o polímero (HDPE – Polietileno de alta densidade) não apresentará alterações significativas nas suas propriedades físico-químicas.
O que são capacetes classe A e classe B?
CLASSE A - NÃO se aplicam a trabalhos com energia elétrica.
CLASSE B - se aplicam a trabalhos com energia elétrica.
Todo capacete deve ser identificado na parte inferior da aba, com o nome do fabricante, a classe, o C.A. e a data de fabricação.
Qual a importância da higienização em capacetes? Qual deve ser a periodicidade desta higienização?
Uma boa higienização pode prolongar a vida útil do capacete. O EPI limpo permite fácil visualização de irregularidades no casco ou em qualquer outra parte no momento da inspeção do capacete (rachaduras, amassados, cortes, riscos e trincas). A experiência mostrou que se uma coisa mínima como uma trinca finíssima passar despercebida ela vai aumentar e aprofundar-se.
A MSA recomenda que se limpe tanto o casco quanto a suspensão com regularidade, utilizando água morna (não mais que 49°C) e sabão neutro.
Qual é a forma correta de leitura da data de fabricação dos Capacetes MSA?
A data de fabricação dos Capacetes MSA é marcada em forma de relógio na aba dos capacetes na parte interna dos cascos.
As marcações circulares existentes consistem em três relógios, sendo um com marcação de 3 à 12, que indica ano de fabricação, um com marcação de 0 à 5, que indica as semanas em dezenas e outro com marcação de 0 à 9 que indica as semanas na seqüência uma a uma.
Note os significados de outras informações que também são gravadas no Capacete MSA tais como números dos C.As e normas de ensaios para aprovação.
A identificação todavia não interfere em nada na qualidade dos produtos. Serve para procedimentos de rastreabilidade e identificação do lote, determina a data de futura troca e atende a NR-06, alterada pela MTE 25 de 15.01.01.
Lembramos que o tempo de uso recomendado pela MSA do Brasil para o Casco é de até 5 anos após a data de fabricação marcada na aba, desde que seguidas todas as advertências e instruções de inspeção contidas na embalagem do produto.
Posso colocar algo entre a cabeça e a suspensão, entre o casco do capacete e a suspensão ou sobre o capacete?
Uso de materiais entre a cabeça e a suspensão
Um lenço de cabeça ou uma bandana não devem afetar as propriedades de absorção de impacto do capacete V-Gard da MSA, desde que esteja bem acomodado no alto da cabeça. O cuidado deve ser tomado a fim de evitar acúmulo de material entre a suspensão e a cabeça, o que poderia causar pontos da pressão e afetar o desempenho do capacete e conseguinte capacidade de absorção de energia proveniente do impacto, caso ele exista. Para assegurar o melhor ajuste possível, uma suspensão catraca com ou sem jugular devem ser usados.
Uso de materiais entre a suspensão e o casco do capacete
Itens como luvas, maços de cigarros, bonés ou chapéus NUNCA devem ser colocados entre a suspensão e o casco. Este espaço é necessário quando o casco e a suspensão absorvem a energia proveniente do impacto. Os objetos neste local podem transmitir a força para a cabeça e o pescoço, resultando em sérios danos ou a morte. Com relação ao C.A., o teste de aprovação para o mesmo não contempla nenhuma situação com objetos entre a cabeça e o capacete.
Uso de materiais sobre o capacete
Com relação à utilização de materiais sobre o capacete recomendamos que:
• Não se utilize nenhum material que possa reagir com o material do capacete, com estampas que possam desbotar e contaminar o EPI;
• Não se utilize nada que possa interferir no ajuste do capacete;
• Não se utilize nenhuma material que aumente significativamente a massa do EPI ou que desbalanceie o mesmo.
Importante salientar que uma das características fundamentais do capacete V-Gard é que se trata de um produto com centro de massa bem definido e que “não cansa” o pescoço do usuário.
Não utilize nenhum material que possa enroscar, furar e/ou danificar capacete.
Qual a vida útil dos Abafadores de Ruídos da MSA?
O tempo de vida útil é indefinido, já que está diretamente relacionado com a influência do calor e do frio, além da solicitação mecânica e influências químicas.
A MSA do Brasil recomenda a substituição periódica dos selos e das espumas (pelo menos duas vezes ao ano, dependendo do uso), o que ajuda o usuário a manter o nível adequado de atenuação dos protetores auditivos.
Com relação às demais partes que compõem o produto, as mesmas devem ser descartadas quando estiverem fisicamente comprometidas (Inspeção Visual) ou quando for impossível limpá-los utilizando apenas métodos convencionais higienização.
Cabe ao empregado usuário de EPI, uma vez devidamente treinado e orientado, utilizar o equipamento apenas para a finalidade a que se destina, responsabilizando-se pela guarda, conservação, higienização do equipamento e das partes do ouvido além de comunicar ao empregador sobre qualquer alteração que o torne impróprio para uso e cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado. É importante também que o usuário faça visitas periódicas ao especialista.
Quais os requisitos básicos que os Óculos de Proteção devem possuir no Brasil?
Todos os Óculos de Proteção devem possuir:
• A marcação do número do C.A. em caracteres indeléveis e bem visíveis;
• O nome comercial da empresa fabricante ou o nome do importador;
• O lote de fabricação;
• A marca “Z 87” nas armações ou lentes, que indica conformidade com a norma ANSI Z87.1;
• Em todas as lentes especiais ter a marcação “S”, ou no caso de lentes fotocromáticas a marcação “V” seguidas do logo do fabricante ou importador. No caso da MSA: “MSA-S”, para lentes cinza (Fumê) e amarelas (Ambar).
(AMERICAN NATIONAL STANDARD Z87.1/1989)
Após a certificação INMETRO do capacete, como fica a validade dos conjudados?
Como a certificação INMETRO é aplicável somente ao casco do capacete, os CA’s 8304 e 13763 referentes aos protetores faciais e auditivos conjugados, terão validade de 5 anos a partir de sua emissão original conforme a Alínea "A" da NR-6.
Portanto, como a data de emissão original destes CA’s é 25/11/2008 o mesmo permanecerá válido até 25/11/2013.
Vale salientar que os CA’s dos conjugados não são mais estampados no capacete. As suas respectivas numerações encontram-se gravadas nos próprios produtos.
Com que freqüência o multigás Orion precisa ser calibrado?
Os sensores do Orion, tanto os eletroquímicos (para gases tóxicos) quanto o catalítico (para gás combustível) sofrem desgastes com o uso e portanto o instrumento precisa ser calibrado periodicamente para corrigir as leituras. Além disso, as condições de uso e a quantidade de gás no ambiente também influenciam na vida útil dos sensores e por conseqüência, a necessidade de calibração.
Segundo a norma 14787 deve ser feita a calibração do instrumento antes de cada entrada em espaço confinado.
Como regra prática, você pode calibrar o instrumento pelo menos uma vez por mês e fazer um teste de resposta antes de cada utilização, se ocorrer desvio maior que a tolerância indicada no manual do equipamento, faça a calibração.
Como posso monitorar cloro e amônia?
O ORION PLUS permite a monitoração de cloro e de amônia, porém é aconselhável não utilizar os dois sensores ao mesmo tempo, visto que os sensores de cloro sofrem interferência quando submetidos a uma atmosfera contendo amônia e o mesmo ocorre com os sensores de amônia quando estão na presença de cloro. É também importante lembrar que ainda não se pode utilizar os sensores de infravermelho do ORION PLUS (para gases combustíveis ou CO2) em atmosferas contendo amônia. Um novo sensor preparado para este tipo de atmosfera está para ser lançado.
Qual a diferença entre equipamento à prova de explosão e equipamento intrinsecamente seguro?
Equipamentos classificados como à prova de explosão são aqueles construídos com um invólucro capaz de suportar uma pressão de explosão interna sem se romper, não permitindo que a explosão se propague para o meio externo (um exemplo seria o nosso detector ULTIMA XE).
Já um equipamento classificado como intrinsecamente seguro não é capaz de liberar energia elétrica (faísca) ou térmica (calor) suficientes causar a ignição de uma atmosfera explosiva. Como exemplos deste tipo de equipamentos temos os nossos detectores portáteis como o SOLARIS, ORION, ALTAIR, SIRIUS, PASSPORT, etc.
O que é uma “área classificada”?
Podemos definir uma “área classificada” como todo local sujeito à formação de atmosferas explosivas devido à presença de gases, vapores, fibras ou poeiras combustíveis e oxigênio. Nestas “área classificada” os equipamentos elétricos podem constituir fontes de ignição devido a arcos e faíscas de seus contatos ou por aquecimento em caso de falhas. Estes equipamentos devem portanto ser construídos de forma a não permitir que a atmosfera explosiva entre em contato com as partes que podem gerar estes riscos. Os equipamentos para trabalho em “área classificada” devem possuir certificação (emitida pelo INMETRO), identificada também através de marcação ou etiqueta.
Gases Combustíveis: Por que medir também o oxigênio?”
Desde os tempos em que eram usados pássaros (como canários) para saber se a atmosfera estava perigosa até os modernos detectores portáteis, a monitoração de gases combustíveis em atmosferas explosivas evoluiu muito.
Existem, porém, ainda muitas dúvidas e mesmo erros de aplicação que podem por em risco a vida dos trabalhadores expostos a estas atmosferas.
Um exemplo disso é a monitoração dos gases combustíveis (com um explosímetro) sem a medição simultânea do oxigênio.
Uma deficiência de oxigênio no ambiente (menos de 20,8%) pode “mascarar” a medição do gás combustível ou mesmo um enriquecimento (mais de 20,8%), pode deslocar o limite de explosividade e tornar o ambiente perigoso mesmo quando o explosímetro indicar um baixo nível de gás combustível presente.
É importante, portanto, recomendar o uso de um instrumento para a monitoração de oxigênio (como o Altair) quando estiver usando um explosímetro (2A, TITAN, etc.) ou então utilizar detectores multigás que possam monitorar tanto os gases combustíveis quanto o oxigênio simultaneamente, como o SOLARIS ou o ORION.
Quando utilizar o ALTAIR e quando utilizar o ALTAIR PRO?
O ALTAIR é um detector de gás único livre de manutenção com duração pré-determinada de 24 meses, de baixo custo, simplicidade de uso e praticamente à prova de curiosos.
Embora possua recursos avançados, como o registro de eventos e a comunicação com computadores, uma vez ativado o ALTAIR não permite que seus ajustes sejam alterados manualmente. Os pontos de alarme somente podem ser alterados através do software.
Estas características fazem do ALTAIR o detector mais indicado para trabalhos ou contratos com duração pré-determinada, proporcionando baixo custo, simplicidade de uso e praticidade. É um instrumento ideal para alarme pessoal, sem a necessidade de manutenção.
Com este perfil podemos citar as grandes empreiteiras, empresas prestadoras de serviço com grande contingente de mão-de-obra temporária ou terceirizada, grandes mineradoras, usinas nucleares, construtoras, etc.
Já o ALTAIR PRO é um detector de gás único com mais recursos, mais flexibilidade e duração indeterminada, permitindo a substituição do sensor e da bateria, possuindo ainda uma ampla gama de sensores para os mais diversos gases. Seus ajustes podem ser acessados manualmente e seus recursos o tornam ideal tanto para monitoração pessoal como para a medição da concentração de gases, emissão de relatórios e outras aplicações em diversos segmentos. É um instrumento utilizado geralmente por usuários mais especializados, como técnicos e engenheiros de segurança, bombeiros, higienistas, consultores, trabalhadores treinados, etc.
Como os detectores Multigás da MSA são calibrados?
Tanto o SOLARIS quanto o ORION possuem sensores para oxigênio, gás combustível, gás sulfídrico (H2S) e monóxido de carbono (CO), que podem ser calibrados utilizando um único cilindro de 4 gases (cód. 216915). Já o SIRIUS, além dos 4 gases possui também o sensor de VOCs (compostos orgânicos voláteis), que deve ser calibrado com um cilindro de Isobutileno (cód. 494450), sendo que os VOCs a serem monitorados terão sua leitura direta no display, graças aos fatores de resposta que já vêm programados na memória. O ORION PLUS por ter a possibilidade de monitorar diversos gases tóxicos exige cilindros separados de acordo com o gás a ser monitorado. Para a configuração mais comum, com os 4 gases convencionais mais dióxido de carbono (CO2), a MSA possui um cilindro já com os 5 gases (cód. 216967), o que facilita bastante a calibração.
Qual a vantagem do detector SIRIUS sobre um detector convencional de gases combustíveis com sensor catalítico?
Devido a sua alta sensibilidade o sensor PID do SIRIUS pode detectar gases em níveis que não poderiam ser registrados por sensores convencionais, permitindo, entre outras aplicações, detectar vazamentos rapidamente e com alta precisão, verificar se uma pessoa foi contaminada após um acidente com produtos químicos, ajudar a selecionar o equipamento de proteção respiratória adequado para cada situação, auxiliar na delimitação e classificação de áreas de risco, auxiliar na remediação de solos (procedimento para tratamento de locais sujeitos a contaminação por resíduos químicos), determinar o nível de VOCs tóxicos em água subterrânea de poços ou lençóis, monitorar tambores e tanques de armazenamento, além de determinar a extensão de vazamentos químicos em acidentes rodoviários.
O SIRIUS pode identificar qual é o gás que está sendo detectado?
Embora o SIRIUS seja uma ferramenta extremamente útil e sensível, ele não é um analisador e não pode identificar qual é o gás que está sendo detectado. Pode-se, porém, quando se sabe antecipadamente qual é o gás, ajustar o fator de resposta para que o SIRIUS faça a leitura direta do nível deste gás, mostrando, inclusive, seu nome no display. Para isto o SIRIUS possui mais de 100 fatores de resposta pré-ajustados na memória.
O que significa o grau de proteção IP?
O grau de proteção IP é definido pelas normas NBR 6146 – “Invólucros de Equipamentos Elétricos – Proteção” e pela NBR 9884 – “Maquinas Elétricas Girantes – Graus de Proteção proporcionados pelos invólucros”. Estas normas foram baseadas em normas internacionais IEC.
A sigla IP é seguida por dois algarismos que representam o grau de proteção à penetração de corpos sólidos (primeiro algarismo) e líquidos (segundo algarismo).
Assim, um equipamento com grau de proteção IP-54, por exemplo, está protegido contra os efeitos da entrada de poeira e resiste à projeções de água, enquanto que um equipamento classificado como IP-67 é totalmente protegido contra a penetração de poeira e pode ser submergido em água, dentro de determinadas condições de tempo e pressão, sem sofrer danos.
O que significa Limite Inferior de Explosividade?
Para que uma atmosfera se torne inflamável ou explosiva, deve haver uma mistura de oxigênio (presente no ar) com o gás combustível, numa determinada proporção. Se a atmosfera contiver muito ar e pouco gás, não será explosiva, do mesmo modo, se tiver gás demais e pouco ar, também não queimará. O Limite Inferior de Explosividade é o valor abaixo do qual a mistura ainda não está apta a se inflamar, ou seja, é o limite onde se pode permanecer em segurança. Os equipamentos de detecção de gases combustíveis normalmente são ajustados para alertar o usuário quando a mistura de ar e gás atinge um valor tal que esteja a 10% deste limite (alarme baixo), acionando um segundo alarme quando a mistura atingir 20% LEL (alarme alto).
Se a atmosfera atingir 100% LEL e ocorrer uma faísca ou outra fonte qualquer de ignição, a mistura de ar e gás irá se inflamar e poderá ocorrer uma explosão.
Onde está a gravação do C.A. no filtro/cartucho de máscaras e respiradores?
O C.A. refere-se ao conjunto de proteção respiratória, sendo este constituído pela peça facial e o elemento filtrante. Desta forma o número do C.A. deve possuir característica indelével, sendo assim é impresso apenas na peça facial, pois o elemento filtrante é descartado após o uso/saturação, diferentemente da peça facial.
Por meio do número do C.A. e/ou nos catálogos da MSA é possível verificar quais os filtros/cartuchos foram submetidos à aprovação.
O que é o ar respirável grau “D”?
A qualidade do ar comprimido gasoso utilizado nas máscaras autônomas e nos respiradores de linha de ar comprimido deve ser respirável, isto é, satisfazer, no mínimo, aos requisitos indicados na Norma Brasileira ABNT/NBR – 12543/1999.
Sendo correspondente ao ar respirável grau D, da norma ANSI Z86.1-1989/ CGA G7.1
Caso eu conheça o contaminante porém desconheça a concentração, como posso selecionar um respirador?
Conforme as recomendações para Seleção de Respiradores da FUNDACENTRO e Instrução Normativa nº1, quando se desconhece a concentração de contaminante no ambiente e não é possível estimá-la, deve-se unicamente utilizar: Máscara Autônoma de Demanda com Pressão Positiva ou Linha de Ar Comprimido de Demanda com Pressão Positiva, com Cilindro Auxiliar para Fuga.
Qual a vida útil dos respiradores isentos de manutenção?
Os respiradores isentos de manutenção devem ser eliminados após cada turno de trabalho (máximo 8 horas) ou quando estiverem fisicamente danificados ou sujos. Devem ser trocados sempre que se encontrar saturado (entupido), perfurado, rasgado ou com elástico solto ou rompido, ou quando o usuário perceber o cheiro ou gosto do contaminante.
Qual a função do HUD na Máscara FireHawk?
Basicamente sua função é indicar para o usuário, de forma audível e visível, os diferentes níveis de carga do cilindro: 100%, 75%, 50% e 25%. Entre 50% e 25% acionará um alerta visual (piscante).
Isso permitirá que outros membros da equipe possam identificar quando houver deficiência de ar para o usuário.
Como identificar se o ar gerado pelos compressores MSA está de acordo com os requisitos da norma ANSI Z86.1-1989/CGA G7.1 grau “D”?
Pode-se verificar a qualidade do ar através de equipamentos para medição, como os tubos colorimétricos que checam a concetração de óleo, Monóxido de Carbono e Dióxido de Carbono.
Estes tubos colorimétricos estarão na próxima revisão da lista de preços, próximos aos ítens dos compressores, a fim de facilitar a oferta destes materiais de medição a seus clientes.
Necessito utilizar uma unidade portátil para filtragem do ar na saída do compressor?
Não, pois o compressor foi projetado para fornecer o ar grau “D” não sendo necessária uma unidade de filtragem.
Por quanto tempo pode-se manter um cilindro de um sistema autônomo (SCBA) cheio, sem uso?
Recomendamos que não se deve manter um cilindro cheio por mais de 90 dias. Caso isso ocorra, é recomendável descarregá-lo e enchê-lo novamente com ar respirável.
Como é medida a resistência respiratória de um respirador sem manutenção como o Affinity?
Há equipamentos próprios de uso em laboratórios para esta análise, através de um fluxo de ar com micropartículas de NaCl, porém o usuário poderá perceber esta resistência através da dificuldade ao respirar.
Onde posso encontrar o material sobre o cálculo do fator de proteção?
O “Fator de Proteção Estabelecido” pode ser encontrado na tabela do documento da FUNDACENTRO – Programa de Proteção Respiratória – Recomendações, Seleção e Uso de Respiradores. Este documento foi elaborado de acordo com ensaios em laboratórios e em ambientes de trabalho, sendo realizados por laboratórios como o da NIOSH, e outros organismos internacionais.
Pode-se utilizar o capuz de fuga S-Cap em situações como vazamento de gases/vapores tóxico, como Amônia, H2S, ou Cl2?
O S-CAP é um capuz de fuga especialmente projetado para proteger as pessoas do perigo de fumaças e gases gerados por fogo, principalmente o monóxido de carbono (CO), entre outros gases e partículas como HCN, acroleína, HCL, SO2 e partículas de substâncias perigosas (P2).
Desta forma, não é recomendado em situações como vazamento de gases/ vapores tóxicos, apenas em circunstâcias de incêndio.
Qual a vida útil da S-Cap?
O capuz de fuga S-Cap se não for utilizado e permanecer selado em sua bolsa hermeticamente fechada, poderá chegar a uma vida útil em ate 10 anos, caso seja seguido os procedimentos do manual.
Como posso identificar a gravação do S-Cap?
Seguindo a NR o C.A. deve ser gravado de forma indelével no próprio equipamento, pode-se identificar esta gravação que está facilmente identificável na lateral da peça facial interna ao capuz, além do mais para evitarmos a abertura da embalagem selada, pode-se identificar o C.A. também na parte externa da embalagem.
Por que no Optim Air 3000 não existe a peça para checagem da vazão?
No OptimAir 3000 a checagem da vazão se dá automaticamente toda vez que se conecta a traquéia e/ou na mudança do filtro, por isso deve-se aguardar o tempo de aproximadamente 8 segundos. Com esta auto checagem, se torna desnecessário um medidor de vazão manual.
Qual a vantagem do Compressor de Média Pressão da MSA com relação aos comumente encontrados no mercado?
Os Compressores da MSA possuem um reservatório de 46 litros, que graças à válvula mantenedora de pressão, permanece sempre na máxima capacidade. Estando este ar armazenado à 30 BAR, temos 1380 litros de ar para escape/fuga dos usuários ou seja, quase 5 vezes a mais do que os compressores tradicionais, proporcionando maior autonomia e segurança aos usuários.
Como posso identificar a gravação do C.A. no Capuz de Fuga S-Cap?
Seguindo a NR, o C.A. deve ser gravado de forma indelével no próprio equipamento.No S-Cap pode-se identificar esta gravação, que está bem visível, na lateral da peça facial interna ao capuz. Além disso, para evitarmos a abertura da embalagem selada, pode-se identificar o C.A. também na parte externa da embalagem.
